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Outubro é o mês mundial de Consciência sobre o Câncer de Mama.
Durante este mês, estatuas, monumentos, torres e prédios em várias cidades do mundo inteiro são iluminados com luzes cor de rosa, para lembrar a população da importância da mamografia que permite o diagnóstico precoce da doença. Indiretamente, lembra todos nos da importância dos cuidados preventivos e a realização regular dos exames que permitem o diagnóstico precoce de TODOS os tipos de câncer.
Apesar de uma certa controversia devido a mau uso do símbolo por algumas empresas com interesses puramente comerciais, a fita Cor de Rosa tem se tornado um símbolo de apoio às mulheres e homens que sofrem desta doença.
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Ver a Reportagem da Globo – Bom Dia Rio: Rio ganha reforço na luta contra o câncer de mama
Ler mais:
. Mulher Consciente
. Laço cor-de-rosa (Wikipedia)
. Pink Ribbon (Wikipedia – inglês)
Para a nossa reflexão no Dia Mundial da Água, 22 de Março:
Planeta Água – Guilherme Arantes
Privatizando el Mundo (em espanhol – documentário que trata sobre a privatização de todos os recursos de nossa planeta – água, sementes, genes, saúde, ar…)
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Um retiro Zen Budista (sesshin), geralmente, é um momento de “afastamento” do mundo para uma viagem intensiva de auto-conhecimento, no mundo interno de cada um dos participantes. Como resultado deste foco interno de nossa prática, algumas pessoas imaginam que os Budistas são pessoas socialmente “alienadas”, desligadas dos sofrimentos do mundo. Foi criado o termo “budismo engajado”, pois algumas pessoas tem a falsa idéia que o budismo é uma religião não “engajada”, alheia ao que acontece socialmente. Isto é uma concepção errônea – historicamente, os templos Budistas sempre foram socialmente ativos, construindo escolas e hospitais e mantendo relacionamento direto com as comunidades. Há vários contos Zen que demonstram o envolvimento dos monges com suas comunidades, especialmente nos momentos de crise e de desastres naturais.
No Budismo, sabedoria sem Compaixão não é a verdadeira Sabedoria, e compaixão sem Sabedoria não é a verdadeira Compaixão – enquanto que a Iluminação significa a abertura do olho de Sabedoria junto – e em equilíbrio – com a abertura do coração de Compaixão, como as duas asas de um pássaro.
Este ano, o nosso retiro anual “Rohatsu Sesshin” coincidiu com um momento de desespero e necessidade por parte do povo do estado de Santa Catarina, devido às chuvas de 60 dias e as enchentes resultantes. Consequentemente, decidimos dedicar parte de nosso retiro para levantar as nossas doações de alimentos, materiais de limpeza e roupas e entregá-las ao Corpo de Bombeiros da nossa vizinhança.
O Bombeiro, que nos atendeu, nos mostrou as doações que estão sendo recebidas neste ponto de coleta. Na foto, fica visível menos que a metade do material doado que estava lá naquele dia – que bela demonstração de solidariedade por parte de nosso povo! Ainda explicou que, neste momento, a necessidade maior é de alimentos, água, material de limpeza e dinheiro para a re-construção, com as roupas doadas ficando mantidas para envio posterior. Ainda mais, como o povo local está retomando as suas atividades “normais”, já está faltando mão-de-obra voluntária para ajudar na distribuição do material doado.
A doação de dinheiro também é necessária (para as obras de reconstrução) e é uma doação tão honrosa quanto a doação de tempo e energia. Recebi mensagens que tratavam a doação de dinheiro como algo menos “digno” que a doação de bens e tempo, e, discordo de tal discriminação. Todas as doações – de bens materiais, de tempo, energia e de dinheiro são importantes.
Aqui, os dados das contas oficiais da Defesa Civil de Santa Catarina, para as doações de dinheiro:
Caixa Econômica Federal – Agência 1277, operação 006, conta 80.000-8
Banco do Brasil – Agência 3582-3, Conta Corrente 80.000-7
Besc – Agência 068-0, Conta Corrente 80.000-0.
Bradesco S/A – 237 Agência 0348-4, Conta Corrente 160.000-1
em nome de Fundo Estadual da Defesa Civil, CNPJ – 04.426.883/0001-57.
A Defesa Civil de SC alerta sobre ação de golpistas pela Internet. A Defesa Civil não envia mensagens eletrônicas com pedidos de auxílio. As contas oficiais para depósito são as publicadas neste site.
http://www.defesacivil.sc.gov.br/index.php?option=com_frontpage&Itemid=1
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Quantas vezes falamos a nós mesmos que “não sou ninguem, não adianta eu querer fazer alguma coisa” e, com este pensamento, deixamos de registrar o nosso protesto ou concordância com as ações de nossos políticos ou com as da mídia? Deixamos de exigir honra, dignidade e virtude de nossas figuras públicas.
Quantos de nós se dão o trabalho de escrever uma carta ou um e-mail à redação de um jornal, a uma emissora de televisão ou aos nossos representantes eleitos?
Lembrando a fábula do beija-flor e o incêndio florestal, segue um vídeo, um comercial indiana que “vende” duas qualidades humanas tão valiosas – a coragem de fazer a sua parte sem se importar com o tamanho do obstáculo e a solidariedade.
Vamos seguir este exemplo!
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Existe uma fábula, que algumas pessoas dizem que é japonesa, mas que outras dizem que é de origem indígena, que conta a estória de um beija-flor…
Aqui está a versão do site Iracambi – fazenda e floresta de mãos dadas (Preservação, defesa e conservação do meio ambiente da Mata Atlântica):
A Fábula do Beija Flor
Era uma vez um Beija-Flor que fugia de um incêndio juntamente com todos os animais da floresta. Só que o Beija-Flor fazia uma coisa diferente: apanhava gotas de água de um lago e atirava-as para o fogo. A águia, intrigada, perguntou: – “Ô bichinho, achas que vais apagar o incêndio sozinho com estas gotas?” – “Sozinho, sei que não vou”, respondeu o Beija-Flor, “mas estou a fazer a minha parte”.
A versão que conheci primeiro, quando comecei a minha prática no Zen, do livro “Para uma Pessoa Bonita” escrita pela abadesa do Mosteiro Feminino de Nagoya, Shundo Aoyama Roshi, não termina neste ponto. Continua, contando que ao ver a coragem deste beija-flor, o céu, compadeceu-se, e enviou uma tempestade, que apagou o incêndio e salvou a floresta.
Parece que a nossa sociedade secularizada cortou este final – não o encontro na Internet, pelo menos numa lingua que consiga ler.
De um lado, acho positivo esta atitude, pois, ao contar a fábula hoje em dia, falam da importância de cada um de nós ter a coragem de fazer a sua parte, independentemente do tamanho do obstáculo, e terminam nos lembrando que juntando as nossas forças e trabalhando juntos, podemos solucionar os problemas sociais. Falam da coragem e da solidariedade.
Por outro lado, cortar aquele final da fábula me deixa triste, pois me faz pensar que estamos esquecendo um pouco da nossa fé em algo maior, a nossa confiança no Sagrado.
Gostaria de propor uma nova versão da fabula assim:
A Fábula do Beija Flor – versão Zen
Era uma vez um Beija-Flor que fugia de um incêndio juntamente com todos os animais da floresta. Só que o Beija-Flor fazia uma coisa diferente: apanhava gotas de água de um lago e atirava-as para o fogo. A águia, intrigada, perguntou: – “Ô bichinho, achas que vais apagar o incêndio sozinho com estas gotas?” – “Sozinho, sei que não vou”, respondeu o Beija-Flor, “mas estou a fazer a minha parte”.
Envergonhado, a águia chamou os outros pássaros e, juntos, todos entraram na luta contra o incêndio. Vendo isto, os elefantes venceram seu medo e, enchendo suas trombas com água, também corriam para ajudar. Os macacos pegaram cascas de nozes para carregar água. No fim, todos os animais, cada um de seu jeito, acharam maneiras de colaborar na luta. Pouco a pouco, o fogo começou a se debilitar quando, de repente, o Ser Celestial da Floresta, admirando a bravura destes bichinhos e comovido, enviou uma chuva que apagou de vez o incêndio e refrescou todos os animais, já tão cansados – mas felizes…
Que possamos todos nós ter a coragem de fazer a nossa parte e a solidariedade de trabalhar juntos – na fé de estarmos abertos para as bençãos do Sagrado…
Vídeos:
Vídeo-clipe de Michael Yahgulanaas, baseado em seu livro de estilo “mangá”, que conta a fábula na versão dos povos Haida (Noroeste Pacífico) e Quechan (América do Sul) com o beija-flor chamado Dukdukdiya (narrado em inglês).
A Professora Wangari Maathai, ativista dos direitos da mulher, fundadora do Movimento Cinturão Verde (Green Belt Movement) e a primeira mulher a receber o Prêmio Nobel da Paz, conta a fábula numa palestra da Royal Geographical Society (em inglês):
2 ) Ter um elevado caráter moral, ético e com virtudes. Nunca deve destruir vidas, trapacear, roubar, explorar outros, dizer mentiras.
3 ) Sacrificar tudo pelo bem do povo. O governante deve estar disposto a sacrificar toda a comodidade pessoal, assim como o nome, a fama e, se necessário, a vida em benefícios dos governados.
4 ) Honestidade e integridade no desempenho de suas funções, estar livre do medo e de todo favor, deve ser sincero em suas intenções e não enganar o povo.
5 ) Amabilidade e doçura. Deve ser afável com todos em seu trato.
6 ) Costumes austeros. Deve levar uma vida simples, não se deixar subjugar pelo luxo e deve praticar o autodomínio.
7 ) Ausência de ódio, de má vontade e de aversão. Não deve guardar rancor a nada.
8 ) Não-violência. Significa não causar dano a quem quer que seja. E também esforçar-se, em suas obrigações, a promover a paz, evitando as guerras e tudo aquilo que implique a destruição de vidas.
9 ) Paciência, indulgência, perdão, tolerância, compreensão. Deve ser capaz de suportar, sem encolerizar-se, toda sorte de penúrias, dificuldades e insultos.
10) Não-oposição e não-obstrução. Significa que o governante não deve opor-se à vontade do povo, nem obstruir nenhuma vontade que tenda ao bem-estar da população. Deve, em outras palavras, governar em harmonia com o povo.”
Extraído do livro Lo que el Buddha enseño (Título original: What The Buddha Taught), de Walpola Rahula, Editora Kier, Buenos Aires, 1978, páginas 116-117. O autor, já falecido, era um conceituado monge budista do Sri Lanka, professor e pesquisador visitante das Universidades de Londres e Sorbone, Paris.
Observação: Buda era um estadista, um príncipe. Nasceu e se criou presenciando e participando das decisões palacianas com o pai e os ministros, até os 29 anos. Esta face social e politizada do Budismo é pouco divulgada no Brasil. Maiores detalhes ver o blog http://budismoprimordialrio.blogspot.com
Descobri este vídeo bem-humorado, mas que trata de um problema muito grave – ‘o problema não é meu’. Somos todos UM, interconectados. Sendo assim os problemas são, na verdade, da responsabilidade de todos – para o trabalho em equipe…
O Catálogo Sustentável é uma ferramenta online que armazena informações sobre produtos e serviços avaliados e selecionados pela equipe de especialistas do Centro de Estudos em Sustentabilidade da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (GVces) a partir de critérios de sustentabilidade.
Compartilho um informativo com links para assinatura de uma petição eletrônica do grupo Avaaz. Confesso que me tomou de supresa, pois não penso no Brasil como um país exportador de bombas e outras armas de guerra… Quanta consciência temos realmente deste lado sombrio de nosso pais?
Segue o informativo:
Amig@s,
| 109 países estão agora mesmo negociando um tratado para banir as bombas cluster — armas que matam e mutilam crianças e civis inocentes anos após o fim da guerra. Clique aqui para enviar uma mensagem para seu governante pedindo apoio ao tratado: |
Agora mesmo, em Dublin na Irlanda, vários países estão se reunindo para criar um acordo para banir a bomba cluster (ou bombas de fragmentação). Fabricantes de armas estão pressionando governos a firmarem um tratado cheio de exceções. O texto final do acordo será decidido nos próximos dias.
Bombas cluster não matam só em tempos de guerra. Elas espalham pequenas “bombinhas” brilhantes que permanecem no solo por décadas depois de serem jogadas. Elas atraem a curiosidade de crianças que não raro, são mutiladas ou mortas. Alguns governos acreditam que essas bombas devem ser banidas, mas o Brasil continua a fabricar e exportar estas bombas. O tratado será assinado no final desta semana e alguns governos ainda estão pedindo exceções com “períodos de transição” e clausulas para amenizar a banimento.
Temos uma forte chance de influenciar esse tratado. Se cada um de nós enviar uma mensagem para seu chefe de estado, poderemos convencer nossos governos de banir as bombas cluster de uma vez por todas. Clique abaixo para enviar uma mensagem (pré escrita) e encaminhar essa campanha para seus amigos e familiares:
http://www.avaaz.org/po/ban_cluster_munitions/18.php?cl=93152741
O esforço para banir a bomba cluster é o resultado do trabalho de anos de muitas pessoas e organizações ao redor do mundo. Veja a mensagem do porta voz do movimento Branislav Kapetanovic, que perdeu suas mãos, pernas, parte da audição e visão por causa de uma bomba cluster na Sérvia:
A bomba cluster é um das armas mais perigosas do mundo de hoje. A maioria das suas vítimas são civis e afetam milhões de pessoas no mundo todo. Essa semana vários governos estarão reunidos em Dublin para criar um tratado que vai banir essa perigosa arma, porém alguns governos estão tentando enfraquecer esse tratado criando clausulas de exceções.
Governos ricos nem sempre ouvem as vítimas, mas eles escutarão você – cidadãos que votam. Por favor, envie uma mensagem para o seu governante pedindo um tratado sem exceções, lacunas ou demoras.
Ativistas como Kapetanovic batalharam muito para banir a bomba cluster. Nesse momento decisivo, nós também podemos fazer a nossa parte. Clique no link para participar da campanha:
http://www.avaaz.org/po/ban_cluster_munitions/18.php?cl=93152741
No Brasil duas empresas produzem e exportam bombas cluster; e o Ministério da Defesa ainda defende as bombas cluster. Temos a chance, essa semana, de banir uma perigosa arma que está tirando a vida de muitos inocentes. Faça a sua parte e ajude-nos a trazer um mundo mais justo, pacífico e seguro para as crianças e gerações por vir.
Com esperança,
Ben, Pascal, Ricken, Galit, Graziela, Paul, Iain e Veronique – A equipe Avaaz.org
PS. Saiba mais sobre o assunto:
Conferência de Dublin tenta proibir bombas de fragmentação – AFP:
http://afp.google.com/article/ALeqM5hiZKv3vyZZBZDfZH1S_R6hXoLjig
Bombas cluster já atingiram 13 mil em vários países – Folha Online:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u374726.shtml
Bombas cluster são importantes para defesa do Brasil, diz oficial – Folha Online:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u374693.shtml
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SOBRE A AVAAZ
Avaaz.org é uma organização independente sem fins lucrativos que visa garantir a representação dos valores da sociedade civil global na política internacional em questões que vão desde o aquecimento global até a guerra no Iraque e direitos humanos. Avaaz não recebe dinheiro de governos ou empresas e é composta por uma equipe global sediada em Londres, Nova York, Paris, Washington DC, Genebra e Rio de Janeiro. Avaaz significa “voz” em várias línguas européias e asiáticas.
SOBERANIA ALIMENTAR
Transnacionais avançam sobre a produção agrícola mundial e passam a controlar boa parte da oferta de alimentos
Rui Kureda
de São Paulo (SP)
AS CORPORAÇÕES transnacionais ocupam um espaço cada vez maior na cadeia produtiva de alimentos. Um exemplo bastante claro é o da indústria de sementes. No livro A Transnacionalização da Indústria de Sementes no Brasil, publicado pela Action Aid do Brasil, John Wilkinson, professor da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, aponta que essas corporações têm como estratégia a participação na indústria de sementes com produtos de maior valor agregado.
O maior mercado de sementes no Brasil é o de soja, no qual a participação das transnacionais é relativamente pequena; a Embrapa detém cerca de 65% desse mercado. Porém, a presença de corporações estrangeiras, como a Monsanto, vem se expandindo. Entre 1997 e 1999, a transnacional ampliou a sua participação em 6%, passando a abarcar 18% do mercado.
Embora não existam dados precisos, é certo que o contrabando da soja transgênica Roundup Ready é o motivo desse crescimento. No Rio Grande do Sul, onde está a maior produção de soja transgênica do país, a transnacional já detém cerca de 70% do mercado.
Em outros segmentos, a presença das corporações é bem maior. O terceiro maior mercado de sementes no Brasil é o de milho, onde a transnacionalização é esmagadora. Um processo agressivo de aquisições pela Monsanto, incorporando a Agroceres, a Cargill e a Braskalb, alçou a empresa à condição de detentora de 60% das sementes de milho brasileiras. A Unimilho, única empresa de sementes de milho de capital nacional, possui apenas 5%.
O mercado de sementes híbridas, onde se enquadra o milho, é, de longe, o mais rentável. Isso porque uma característica dessas variedades é que os descendentes das sementes de primeira geração vão, gradativamente, perdendo suas características originais, obrigando os agricultores a comprar sementes novas.[...]
♦ ler o restante do artigo no site: Brasil de Fato, Ed. 231, 2-8 de agosto de 2007
As pessoas estão falando e comentando e passando a dica adiante – mais de 900 resultados para “The World According to Monsanto” no Google até esta data – sobre o documentário da jornalista francesa Marie-Monique Robin: “O Mundo Segundo a Monsanto” (Le Monde selon Monsanto). Pra quem ainda não sabe, vale a apresentação: o ícone da indústria dos alimentos geneticamente modificados hoje se chama Monsanto, uma das empresas mais envolvidas em controvérsias que eu tenho notícia. Quando um anúncio na tevê lhe vender a idéia de que os GMO são o que há de mais avançado em comida no mundo, as chances desse anúncio ser da Monsanto são praticamente todas. E veja esse outro filme – RoundUp Ready Nation, sobre o herbicida que todos os grãos da Monsanto precisam usar para funcionar – sua autora, Pamela Drew, comenta o filme da Monsanto no Newsvine.
do Blog Dharmalog
♦ Ver também: Transgênicos – o que a grande mídia não diz do blog Feijão – amor pela terra
e a reportagem Sementes do poder da Revista Carta Capital.
♦ Assistir o vídeo francês (em inglês) e ler uma discussão (em inglês) na página This Company May Be the Biggest Threat to Your Future Health no site de Mercola.com
♦ Ler a reportagem ‘Monsanto’s Harvest of Fear (A Colheita do Medo da Monsanto)” (em inglês) da revista Vanity Fair





