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A cartilha citado neste texto está disponível para o download aqui .

Segue um texto reproduzido do blog ECO-CONSCIÊNCIA:

A multinacional de sementes transgênicas Monsanto obteve uma liminar de mandado de segurança para impedir a distribuição da cartilha “O Olho do Consumidor” produzida pelo Ministério da Agricultura, com arte do Ziraldo, para divulgar a criação do Selo do SISORG (Sistema Brasileiro de Avaliação de Conformidade Orgânica) que pretendia padronizar, identificar e valorizar produtos orgânicos, orientando o consumidor na sua escolha de alimentos realmente orgânicos.

O link do Ministério está “vazio” tendo sido retirado o arquivo do site.

Em autêntica desobediência civil e resistência pacífica à medida de força legal, estamos distribuindo eletronicamente a cartilha.

Se você concorda com a distribuição envie para os amigos e conhecidos.

Se você não concorda, simplesmente delete este e-mail.”A suposta página da discórdia

O link citado no email – este aqui, está funcionando. A informação já está correndo por aí – no INESC, nos comentários sugerindo pauta no

Conversa Afiada, no Transgênicos Não!, no Fórum de Economia Solidária – “Uma rede que está bombando na internet.”

Enquanto isso, a Monsanto diz que “não procedem os boatos” e “desconhece a origem dessa informação”, mas ao mesmo tempo diz que “se orgulha de ser líder em biotecnologia agrícola e acredita profundamente nos benefícios das culturas geneticamente modificadas [...]” (Parece que eles fazem um bom treinamento lá dentro, hein?)

De todo modo, tanto a discussão dos orgânicos quanto a discussão dos transgênicos procede (não vou confrontar estes com aqueles pois há mais possibilidades entre). E conhecimento vivo é o conhecimento compartilhado!

Telhado Verde é opção para manter o equilíbrio térmico.

O telhado ecológico é uma tentativa de combater as chamadas ilhas de calor, regiões onde o concreto e o asfalto deixam a temperatura até oito graus acima da média registrada na cidade.

Assista o vídeo de desta reportagem da SPTV – Rede Globo sobre o Telhado Verde:

Agostinho Rosa – 09/03/2007

Você sabe quanto pesa o seu computador? Embora possa não ter o dado preciso, você poderia fazer uma boa estimava, com uma grande possibilidade de não errar muito. Mas e quanto pesa todo o material gasto no processo produtivo que transformou todas as matérias-primas, até fazê-las tomar a forma de computador?

O dado é impressionante e acaba de ser divulgado pela Universidade das Nações Unidas. Em um estudo coordenado pelo professor Ruediger Kuehr, os pesquisadores descobriram que nada menos de 1,8 tonelada de materiais dos mais diversos tipos são utilizados para se construir um único computador.

O cálculo foi feito tomando-se como base um computador de mesa com um monitor CRT de 17 polegadas. Somente em combustíveis fósseis, o processo de fabricação de um computador consome mais de 10 vezes o seu próprio peso.

São, por exemplo, 240 quilos de combustíveis fósseis, 22 quilos de produtos químicos e – talvez o dado mais impressionante – 1.500 quilos de água. O problema é que a fabricação dos chips consome uma enormidade de água. Cada etapa da produção de um circuito integrado, da pastilha de silício até o microprocessador propriamente dito, exige lavagens seguidas em água extremamente pura. Que não sai assim tão pura do processo, obviamente.

O estudo mostra que a fabricação de um computador é muito mais material- intensiva – em termos de peso – do que a fabricação de eletrodomésticos da linha branca, como refrigeradores e fogões, e até mesmo do que a fabricação de automóveis. Esses produtos exigem apenas de 1 a 2 vezes o seu próprio peso em combustíveis fósseis.

continuar lendo no site Inovação Tecnológica

Reproduzido da Rede Ecoblogs:

O lixo eletrônico, um problema mundial que vem se agravando dia após dia. No Brasil não é diferente. O assunto até fazia parte do projeto de lei 203/91 que está sendo discutido na Câmara dos Deputados para definir a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Fazia, esse é o problema. O artigo 33 do projeto, que regulamenta a logística reversa e a reciclagem, teve seu texto alterado e produtos eletro-eletrônicos ficaram de fora, por pressão da indústria. A justificativa? Fica muito caro para as empresas se responsabilizarem pela coleta e reciclagem do lixo eletrônico.

Mas caro mesmo fica para o meio ambiente, se o projeto de lei for aprovado dessa forma. Por isso a ONG Lixo Eletrônico.org tomou a iniciativa de pressionar deputados e senadores para que os produtos eletro-eletrônicos voltem ao projeto de lei.

Para tanto criaram o Manifesto Lixo Eletrônico: pela inclusão dos produtos eletro-eletrônicos na Política Nacional de Resíduos Sólidos – clique aqui para assinar a petição online dando seu apoio ao manifesto.

Aproveitando o assunto, entrevistei o coordenador da ONG Lixo Eletrônico.org, Hernani Dimantas. Confira:

Por que é importante incluir o lixo eletrônico na Política Nacional de Resíduos Sólidos?

O lixo eletrônico é composto por resíduos tóxicos, de difícil reciclagem e manejo. É uma grande ameaça ao meio ambiente e à saúde das pessoas, por seu potencial contaminante e, sem dúvida, compõe a parte mais tóxica dos rejeitos domésticos e corporativos. Além das urgências dessas questões, os equipamentos eletrônicos descartados contêm uma grande quantidade de conhecimento e, portanto, infinitas possibilidades de reutilização e ressignificação que podem servir a objetivos nobres como educação, inclusão social e digital.

Portanto, está clara a demanda social, econômica e ambiental para a regulamentação de uma normativa nacional para a gestão adequada desses resíduos – que cada vez mais serão produzidos em maior escala por nossa sociedade.

Como o Brasil esta hoje em termos de reciclagem de eletro-eletrônicos?

O Brasil não possui números exatos de quanto lixo eletrônico é reciclado, somente estimativas baseadas no mercado formal, indicando que não mais de 1% dos resíduos eletrônicos produzidos no país tem um destino ambiental adequado.

Somando-se os outros 99% a todos os equipamentos comercializados no mercado informal, a situação é aterradora. Sabemos que é de costume do brasileiro não jogar esse tipo de resíduo no lixo e sim repassar a outras pessoas, reutilizar. Ainda assim, o passivo ambiental apresentado por milhares de toneladas de eletrônicos inutilizáveis pode contaminar seriamente plantações, animais e seres humanos.

O que o consumidor pode fazer para não contribuir com o problema?

Os consumidores podem exigir dos fabricantes a coleta e a reciclagem de seus produtos, bem como a correta identificação das ameaças que estes apresentam, além do óbvio: consumir menos, reutilizar mais. Os cidadãos devem exigir do poder público legislação específica que obrigue a logística reversa e reciclagem por parte dos produtores de eletrônicos entre outros mecanismos que protejam a saúde humana e o meio ambiente.

(Clique aqui e leia a íntera do projeto de lei que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos – arquivo em PDF)

A polêmica sobre edificações pretendidas na Orla do Guaíba, onde se destaca, o “Pontal do Estaleiro”, na Ponta do Melo, tem as seguintes razões oriundas de pessoas de nossa sociedade, o que nos leva as seguintes considerações:

voto-nao1- A negativa de ocupação da Orla do Guaiba por edificações, manifestada por muita gente terá que ser levada a ser legitimada com a presença das pessoas aos locais de votação e assim quebrar a intenção dos especuladores imobiliários, de sua avidez pelo lucro;

2- Comenta-se de que, como os investidores desistiram dos blocos residenciais, o expediente processual em andamento no municipio, devia ser arquivado, pois a desistencia pública foi formalizada pelos interessados;

3- Como a Prefeitura insiste em manter sobrevida num assunto liquidado, em termos de mudança de rumo, ela está revelando teimosia inexplicável, e sem justificativa anunciada;

4- Ouve-se também que, como as razões legais foram amplamente divulgadas por ambientalistas, urbanistas e técnicos da qualidade do prof. Rualdo Menegat, em uma entrevista feita ao JC, em momento algum houve esclarecimento pelo Poder Público da citação destes documentos legais pertinentes;

5- A Consulta Popular trás à Comunidade a seguinte pergunta: “Além da atividade comercial – já autorizada – também devem ser permitidas edificações residenciais, na área da Orla do Guaíba, onde se localiza o antigo Estaleiro Só?’

Observe-se um dado aqui que, ao suprimir o sinal de interrogação desta pergunta, ela vira proposta afirmativa. Coincidência? Também, no bojo da pergunta, insinua-se que a atividade comercial está autorizada. Que falácia! Sabe-se por acaso qual o tipo de construção comercial está autorizada e qual sua altura final? O sr. vice prefeito disse, por sua vez, nos jornais que a altura dos prédios comerciais será a mesma, (por acaso são os 13 ou 14 andares, vistos em propaganda de marketing, para um projeto que ainda não existe e não se sabe como será sua elaboração?). Deve ser consultada a Lei Orgânica primeiro. Outrossim, poderíamos ter uma pergunta mais expressiva e curta como: Qual sua posição quanto a edificações residenciais na Orla? É O QUE SE QUER SABER.

Alem disso a pergunta poderá induzir de maneira subliminar de que toda a Orla do Guaíba possa receber edificações. Os menos avisados poderão entender assim. Isto porque nossa língua portuguesa é muito rica, pois um assunto pontual pode conduzir a conceitos genéricos, “democraticamente”.

Em nosso entender, como a Sociedade está jogada para ser confundida, temos que alertá-la de cuidar de seus interesses de cidadania e votar, no dia 23 de agosto consciente de dizer NÃO, e salvar sua paisagem gratuita para todos que sonhamos ter ali um PARQUE. A Prefeitura que pare de ser usurária e dar benesses aos poderosos e exigir deles obrigações difíceis de cumprir, quando não esquecidas.

Nestor Ibrahim Nadruz
Arquiteto e Urbanista, membro da AGAPAN
2º Coordenador do Fórum das Entidades da Câmara Municipal para acompanhamento da Revisão do PDDUA

Movimento em Defesa da Orla do Rio Guaíba
Porto Alegre RS
Ainda não temos página na internet. Por enquanto acesse os blogs: Porto Alegre RESISTE!, Amigos da Rua Gonçalo de Carvalho e AGAPAN para maiores informações sobre a defesa da Orla do Rio Guaíba.

Segue um vídeo muito bonito, com a narração de nossa amiga Liana Utinguassú, nos lembrando da urgência de aprendermos a viver em harmonia com a Natureza e com as diferentes culturas.

No envio do link do vídeo, escreveu:

“Sonhamos juntos, Realizamos JUNTOS.
Este Vídeo foi passado em Palestra no Mês do Meio Ambiente Banrisul/Programa Reciclar (24/06/2009). Agradecemos sempre pela oportunidade e apoio. Buscamos fazer nossa parte no sentido de gerar visibilidade, sensibilizar e unir forças, em RESPEITO a TERRA e seus filhos, SEGUIMOS caminhando.

“O Guerreiro deve fugir dos Jogos de aparências, pois o tempo é demasiado curto para estratégias de FAZ de conta”. (Carlos Aveline).
“Não bsucando desculpas por Não fazer e sim Razões para Fazer”.
“Nós… PERTENCEMOS À TERRA,
A TERRA MÃE..NÃO NOS PERTENCE “

O TEMPO URGE!

Liana Utinguassú
Servidora/Presidente OSCIP Yvy Kuraxo
Escritora: Obra Publicada: O Chamado da Terra
. www.yvykuraxo.org.br
. http://yvykuraxo.ning.com/.

Um filme grandioso e obrigatório.

“HOME, filme da autoria do realizador francês Yann Arthus-Bertrand, é constituído por paisagens aéreas do mundo inteiro e pretende sensibilizar a opinião pública mundial sobre a necessidade de alterar modos e hábitos de vida a fim de evitar uma catástrofe ecológica planetária.

descoberto no blog do ECO-CONSCIÊNCIA

do blog Eco-Consciência

A Câmara dos Deputados aprovou na semana passada uma medida feita sob encomenda para acelerar as obras de infra-estrutura previstas no PAC (Plano de Aceleração do Crescimento), capitaneado pela ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff.

Em um ato de oportunismo político, o deputado petista José Guimarães (CE) “enxertou” na Medida Provisória (MP) 452 uma emenda que dispensa de licenciamento ambiental prévio as obras em rodovias brasileiras.

Originalmente, a MP 452 tinha como propósito modificar a lei que cria o Fundo Soberano do Brasil (FSB). Como se não bastasse, a emenda estabelece ainda prazo máximo de 60 dias para a concessão da licença de instalação. Ao final desse prazo, a licença será automática.

A destruição da Amazônia não provoca apenas perda acelerada da biodiversidade e impactos no modo de vida da população local. O desmatamento é também a principal fonte de emissões de gases do efeito estufa no Brasil, colocando o país na posição de quarto maior poluidor do clima global. Várias iniciativas como essa e o Projeto Floresta Zero, em tramitação no Congresso Nacional, colocam em xeque as metas de redução de desmatamento assumidas internacionalmente pelo governo brasileiro no Plano Nacional de Mudanças Climáticas.

A MP 458 segue agora para o Senado e, se aprovada, pode causar danos sem precedentes ao meio ambiente, em particular à Amazônia e ao clima global. O futuro da floresta – e das futuras gerações – depende das escolhas que fazemos hoje. Diga aos senadores que você é contra a aprovação desta emenda e a favor do desmatamento zero. Zerar o desmatamento é a principal contribuição do Brasil na luta contra as mudanças climáticas.

Clique aqui!
participe e divulgue!

Assista o debate sobre as alterações no Código Florestal!

As discussões sobre os possíveis problemas causados pelo consumo de organismos geneticamente modificados ganharam força esta semana quando algumas entidades de defesa do consumidor questionaram o descontrole das produções. (Veja mais em: Idec cobra ação sobre descontrole de transgênico)

No dia 12/05 em Curitiba (PR) o diretor-executivo do Instituto pela Tecnologia Responsável, por Jeffrey M. Smith, apresentou estudos que comprovam os danos à saúde. Ele lembrou que, na última sexta-feira (8), a Academia Americana de Medicina Ambiental exigiu a moratória dos transgênicos nos Estados Unidos.

Segundo ele uma segunda organização médica prepara uma resolução semelhante. “Eles disseram que não há um único alimento transgênico no mundo que tenha sido devidamente avaliado e, com base na revisão de 600 trabalhos publicados, chegaram à conclusão que a presença de alimentos transgênicos na dieta dos norte-americanos é, em grande parte, responsável pelo aumento das condições ruins de saúde evidenciadas naquele país nos últimos 12 anos”, alertou.

O pesquisador afirmou que é preciso que a população brasileira se una contra comidas e sementes modificadas. “Minha esperança é que as informações sobre os perigos dos transgênicos cheguem a cada mãe, que seja responsável pela compra de alimento para sua família. Para que dessa forma, os brasileiros possam declarar seu próprio corpo livre dos transgênicos”, disse.

Mais informações sobre as pesquisas podem ser encontradas nos sites: www.responsibletechnology.org e www.seedsofdeception.com

Fonte: Ambiente Brasil

encontrado no blog: ECO-CONSCIÊNCIA de

Da mesma página do texto anterior, dando voz a uma opinião contrário, um texto de Francisco de Assis Esmeraldo é engenheiro químico, presidente da Plastivida – Instituto Socioambiental dos Plásticos, membro do Conselho Superior de Meio Ambiente da Fiesp, do Conselho Empresarial de Meio Ambiente da Firjan (RJ) e do Conselho Executivo da Associação Brasileira de Embalagens (Abre).

O nosso desafio está em determinar quem tem mais razão…

O engodo dos plásticos oxidegradáveis

Deputados estaduais, vereadores e secretários de governo bem-intencionados em relação ao meio ambiente têm proposto projetos de leis para obrigar o comércio a substituir sacolinhas plásticas por sacolas supostamente biodegradáveis.

Na imaginação das pessoas, essas embalagens poderiam ser jogadas fora sem causar maiores danos ambientais. Isto não é verdade. E os projetos de lei nessa direção, embora louváveis na sua intenção, padecem de um grave engano técnico. Se aprovados, terão o efeito contrário e ocasionarão graves transtornos ao ecossistema.

Os plásticos que essas autoridades imaginam biodegradáveis na verdade não o são. Trata-se de plásticos meramente oxidegradáveis ou fragmentáveis, que apenas se esfarelam. Eles recebem um aditivo que acelera seu processo de degradação. Contudo, não se biodegradam, porque não se decompõem em até seis meses, como prescrevem as Normas técnicas nacionais e internacionais de biodegradação. As sacolas feitas com esses plásticos aditivados são incorretamente denominados de oxibiodegradáveis, caracterizando o apelo a um falso ecomarketing.

Os plásticos oxidegradáveis, quando começam a se degradar, dividem-se em milhares de pedacinhos. No fim do processo não vão desaparecer, e sim virar um pó que facilmente irá parar nos córregos, rios, represas, lagos e mares, etc..

Tal fato foi amplamente comprovado por universidades e centros de pesquisa como Cetea (Centro de Tecnologia de Alimentos) da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), Ulbra (Universidade Luterana do Brasil), Univille (Universidade de Joinville, Santa Catarina), Universidades de Michigan e da Califórnia nos Estados Unidos, dentre vários outros institutos acadêmicos.

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